Em partilha, 2026. Releitura de uma peça feita lá atrás…
Em 2022, finalizei uma peça que seria uma fonte. Acabei por desfazê-la: não soube lidar com seus problemas técnicos, nem mesmo com o desabafo que foi a ocasião de sua produção. E, apesar de já não me desfazer dos trabalhos da mesma forma, passei a não me enxergar mais em seu título “Se o trauma pode passar por gerações, também pode a cura”. Já não creio nesta linearidade, senão que nos sustentamos sobre raízes que percorreram longos solos, e que nem sempre galgamos novos graus ou aproveitamos os aprendizados, ainda que a chance nos seja dada, ainda que as tentativas sejam tomadas. Mas às vezes tentamos, e devemos tentar.
Em 2022, finalizei uma peça que seria uma fonte. Acabei por desfazê-la: não soube lidar com seus problemas técnicos, nem mesmo com o desabafo que foi a ocasião de sua produção. E, apesar de já não me desfazer dos trabalhos da mesma forma, passei a não me enxergar mais em seu título “Se o trauma pode passar por gerações, também pode a cura”. Já não creio nesta linearidade, senão que nos sustentamos sobre raízes que percorreram longos solos, e que nem sempre galgamos novos graus ou aproveitamos os aprendizados, ainda que a chance nos seja dada, ainda que as tentativas sejam tomadas. Mas às vezes tentamos, e devemos tentar.
Partilhamos de uma fração de tempo, de mundo, de sangue. Partilhamos de nossas alegrias, dores e das consequências das dores que causamos. Ainda assim, oro sempre pelo que há de vir.